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Políticos da esquerda ‘liberam’ torcer de amarelo para a seleção

segunda-feira, 18 de junho de 2018

/ por News Paraíba

Pré-candidato do PSOL, Guilherme Boulos diz que 'camisa não é da CBF, é do Brasil'; alvo dos protestos de 2015, posou com camisa oficial

Primeira Copa do Mundo após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a edição deste ano na Rússia fez com que, pela primeira vez, as camisas amarelas para torcer pelo Brasil não fossem a unanimidade de antes: na lembrança dos eleitores de esquerda ainda estão os milhares de manifestantes que foram às ruas em 2015 e 2016 pela saída da petista vestindo as camisas da seleção.

Sem querer “ser confundido com paneleiro”, como disse uma crítica do “golpe”, alguns, inclusive, defenderam o protesto à amarelinha e a adoção de alternativas — do segundo uniforme, o azul, à novas versões em vermelho. No que depender dos políticos da esquerda, no entanto, está liberado torcer de amarelo pelo Brasil.

A defesa mais enfática foi feita pelo pré-candidato do Psol à Presidência, Guilherme Boulos. Com uma versão pirateada da camisa da CBF – onde se lia “Brasil” e não a sigla da confederação dentro do escudo –, Boulos escreveu no Twitter que “a camisa não é da CBF, é do Brasil. A seleção não é deles, é do país!”.

    1×0. Vai Brasil! 🇧🇷
    A camisa não é da CBF, é do Brasil. A seleção não é deles, é do país! pic.twitter.com/wGHWMnPXda

    — Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) June 17, 2018
 
De acordo com a Veja, a própria Dilma também posou em sua conta no Instagram segurando de costas uma camisa amarela, gravada com o nome dela e o número 10. A dela é a oficial, do modelo utilizado pela seleção nos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres.

    VAI BRASIL!!! 🇧🇷❤️ #PresidentaEleita #WorldCup #BrasilHexa #PTpenta

    A post shared by Dilma Rousseff (@dilmarousseff) on Jun 17, 2018 at 10:46am PDT

Um pouco diferente do usual, mas ainda amarelo, foram as vestimentas escolhidas pela deputada Manuela D’Ávila, pré-candidata do PCdoB à Presidência, e pela filósofa Márcia Tiburi, pré-candidata do PT ao governo do Rio de Janeiro.

A “camisa verde e amarela da torcida socialista” usada por Manuela tem o símbolo do PCdoB no lugar do logo da CBF, a inscrição “Lula livre” onde geralmente ficaria o logo da Nike, fornecedora oficial de material esportivo, e uma outra inscrição com o nome da pré-candidata na manga.

Já Márcia Tiburi, que trocou o PSOL pelo PT para se engajar o máximo possível na defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, escolheu uma camisa amarela com o rosto do petista dentro do símbolo.
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